| name | agents-operation |
| description | Modo operação do fazer.ai agents: debugar conversas em produção e corrigir comportamentos inesperados do agente. Investiga (conversa no Chatwoot + ExecutionLog/flowlog + traces no Langfuse), reproduz no playground, ajusta o agente (prompt/ferramentas/behavior/KB) e re-valida, com toda mutação aprovada. Use quando uma instância JÁ em produção se comporta de forma inesperada e precisa de diagnóstico/ajuste, não é onboarding (subir do zero) nem desenvolvimento de código. |
Modo operação do fazer.ai agents
Pega uma instância já em produção que está se comportando de forma inesperada e leva de "a conversa do cliente deu errado" até "causa entendida, ajuste validado e aplicado com aprovação". Audiência: operador de uma instância viva. Para subir uma instância nova use agents-onboarding; para mexer no código-fonte use agents-dev.
⚠️ Segurança de produção (lê primeiro)
Este modo inverte o fence do onboarding: lá o alvo é uma VPS de teste e "nada de produção"; aqui o alvo é produção.
- Investigação read-only é livre (ler conversas, logs, traces, config do agente, queries de leitura). Mutação não.
- Toda mudança precisa de OK explícito do usuário para aquela mudança específica. Autorização a um objetivo (corrigir um comportamento) não é autorização para escolher o método nem para aplicar sozinho. Proponha o diff/ajuste e espere o aval.
- Nunca editar o DB de produção direto para mudar estado da aplicação: use a UI/API/console da própria app (editor de agente, write tools de MCP dry-run por padrão). Write direto no DB fura o passo de publish/validação da app.
- Sem segredo em log, output ou commit; mascarar ao exibir.
O fluxo (references)
Siga em ordem; cada etapa é uma reference. Leia a da etapa antes de executá-la.
references/00-production-safety.md: a postura invertida: read-only livre, toda mutação aprovada item a item, nunca DB direto, dry-run por padrão. Lê primeiro.
references/01-diagnose.md: localizar a conversa (display_id), ler o ExecutionLog (/logs), traces no Langfuse, config do agente: isolar qual estágio (stt/embed/generate/tts/split/handoff) divergiu.
references/02-reproduce.md: reconstituir o turno no playground (modelo real, isolado da conversa real).
references/03-adjust.md: corrigir na camada certa: prompt, grants (replace-the-set), behavior, grounding/KB. Console ou MCP (dry-run primeiro).
references/04-validate-and-apply.md: re-validar no playground, conversa de teste controlada (Inbox API) quando fizer sentido, aplicar só com aprovação (audit cobre o write).
references/05-load-sim.md: (opcional) simular N clientes concorrentes (Inbox API, scripts/simulate-load.py) pra validar carga + que as ferramentas disparam; contorna o /teste ativando cada conversa. Use pra estresse ou pra reproduzir bug que só aparece com concorrência.
Fronteiras duras em guardrails.md; armadilhas de diagnóstico em gotchas.md.
Guardrails
Resumo (detalhe em guardrails.md):
- Produção-first: read-only livre; toda mutação aprovada item a item; nunca DB de produção direto.
- Dry-run: toda write tool de MCP previewa; aplica só com OK.
- Estilo: PT-BR com acentuação; sem em-dash;
fazer.ai minúsculo.
Skills irmãs
agents-onboarding: subir uma instância nova num VPS (do zero ao agente).
agents-dev: trabalhar no código-fonte (Free/Full, implementar, gerar imagem).