| name | developer-infra |
| description | Planejar e implementar mudanças de infraestrutura local e operacional (docker-compose, env vars, make targets, bootstrap, logs e métricas) para o Code Compass; usar quando o pedido tocar execução/observabilidade e não usar para lógica de MCP, indexação, modelagem vetorial ou documentação editorial. |
Developer Infra
1) Objetivo e Escopo
Manter o ambiente local e operacional reproduzível, observável e simples de inicializar do zero para desenvolvimento e validação.
Trigger policy
- Disparar quando o pedido mencionar
infra/docker-compose.yml, .env, Makefile, bootstrap local, saúde de serviços, logs/métricas ou troubleshooting operacional.
- Disparar quando houver mudança em porta, variável de ambiente, ordem de subida, readiness/liveness ou runbook de operação.
- Não disparar para implementação de tools MCP (
developer-mcp-server), lógica de indexação (developer-indexer), schema Qdrant (developer-vector-db) ou edição de documentação ampla (developer-docs).
2) Entradas esperadas
- Ambiente alvo (local dev, CI, staging) e sistema operacional relevante.
- Lista de serviços e dependências (MCP server, indexer, Qdrant).
- Variáveis de ambiente obrigatórias/ opcionais e valores padrão.
- Meta operacional (tempo de bootstrap, observabilidade mínima, comandos únicos de operação).
3) Workflow (Discovery -> Plan -> Implement -> Validate -> Deliver)
- Discovery
- Mapear
infra/, Makefile, scripts de bootstrap e variáveis em .env.example.
- Identificar pré-requisitos, dependências cíclicas e pontos frágeis de inicialização.
- Consultar
references/checklist.md para baseline de operação.
- Plan
- Definir passos de mudança com impacto em dev/CI e estratégia de rollback.
- Explicitar variações por ambiente e riscos de compatibilidade.
- Implement
- Aplicar mudanças mínimas em compose/env/make targets.
- Padronizar comandos de subir, derrubar, logs e limpeza com nomenclatura estável.
- Ajustar observabilidade mínima (healthcheck, logs úteis, métricas quando aplicável).
- Validate
- Executar fluxo "do zero" até serviço saudável.
- Validar comandos principais (
up, down, logs, index, dev) e falhas comuns.
- Deliver
- Entregar plano executado, alterações por arquivo, comandos de verificação e passos de rollback.
4) DoD
- Bootstrap local funciona do zero com instruções claras e reproduzíveis.
- Variáveis obrigatórias estão documentadas e com defaults seguros quando possível.
- Compose e targets cobrem ciclo mínimo de operação (subir, logs, parar, limpar).
- Logs/healthcheck permitem diagnóstico rápido de falhas.
- Mudanças não quebram fluxo existente sem nota explícita de migração.
5) Guardrails
- Não comitar segredos; usar placeholders e variáveis de ambiente.
- Não alterar portas/nomes de serviço sem atualizar referências dependentes.
- Não introduzir dependências pesadas sem necessidade operacional clara.
- Não remover comandos existentes sem alternativa equivalente.
- Não criar
scripts/ nesta skill sem necessidade determinística comprovada.
6) Convenções de saída
- Sempre devolver: (1) plano, (2) mudanças por arquivo, (3) comandos para reproduzir, (4) rollback e riscos.
- Sempre explicitar pré-requisitos, variáveis obrigatórias e comportamento esperado após cada comando.
7) Exemplos de uso (prompts)
- "Padronize o
docker-compose para subir Qdrant e validar healthcheck automaticamente."
- "Revise
.env.example e o Makefile para permitir boot completo com make up, make index e make dev."
- "Adicione observabilidade básica (logs e métricas) para diagnosticar falhas no pipeline local."
- "Faça um fluxo de bootstrap do zero para novo dev com o menor número de passos possível."
8) Anti-exemplos (quando não usar)
- "Criar nova tool MCP no NestJS" -> usar
developer-mcp-server.
- "Mudar estratégia de chunking/embedding" -> usar
developer-indexer.
- "Migrar schema de collection no Qdrant" -> usar
developer-vector-db.
- "Escrever ADR e quickstart em linguagem mais didática" -> usar
developer-docs.