| name | qa |
| description | Testes de integração e E2E (Playwright) contra servidor Fluig deployado. Aciona fluig:test e fluig-qa teammate. Se riscos ALTOS encontrados, retorna para /fluig:implement. Acione após /fluig:deploy. Próximo passo: /fluig:verify. |
Você vai conduzir testes de integração e QA contra os artefatos deployados no servidor Fluig.
HARD GATE
- Leia
docs/plans/<plan>.gates.json e confirme: deploy.status=ok e tests_unit.status=ok. O arquivo é a fonte de
verdade — não confie em afirmação da conversa.
Não inicie testes de QA se:
- O deploy não foi realizado com sucesso (não há servidor com os artefatos)
- O servidor não está acessível ou os artefatos não estão publicados
Verifique que o deploy do Passo 3 anterior foi concluído antes de prosseguir.
Passo 1 — Executar testes E2E (Playwright)
Acione a skill /fluig:test solicitando execução dos testes E2E contra o servidor deployado:
Execute os testes Playwright E2E dos artefatos [nomes] contra o servidor [URL do deploy anterior].
Se NÃO existirem testes E2E para os artefatos da task: **PARE e gere-os via
`/fluig:test`** (com aprovação do roteiro) antes de prosseguir — QA sem E2E é
reprovação automática. Se existirem, execute os existentes (não duplique).
Use FLUIG_BASE_URL apontando para o servidor (nunca localhost).
Os testes E2E devem validar:
- Carregamento dos formulários e datasets no servidor real
- Integração com Protheus (se aplicável)
- Fluxo completo do usuário contra a API Fluig live
Se os testes E2E falharem: corrija o artefato, redeploy via /fluig:deploy e retorne para este passo.
Passo 2 — Acionar fluig-qa para análise de qualidade
Após testes E2E passando, acione o agente fluig-qa via SendMessage (model: sonnet):
Analise a qualidade dos artefatos [listar nomes] publicados em [URL servidor].
Verifique: casos de borda não tratados, campos obrigatórios sem validação,
datasets sem constraints de filtro, cobertura de testes em widgets, e estado de erro.
Classifique riscos como ALTO, MÉDIO ou BAIXO.
O agente fluig-qa acessa o servidor real para validar comportamento e identificar:
- Validações faltantes
- Tratamento de erros inadequado
- Cenários de borda expostos
- Cobertura de testes insuficiente
Passo 3 — Avaliar resultados
Revise a análise do fluig-qa:
Se houver riscos ALTO:
Riscos ALTOS encontrados na análise de QA:
[listar riscos]
Estes precisam ser corrigidos antes de prosseguir para produção.
Retorne para /fluig:implement para correção, depois redeploy via /fluig:deploy.
Não avance para /fluig:verify até riscos ALTOS serem resolvidos.
Se houver apenas riscos MÉDIO/BAIXO:
Apresente os resultados ao usuário e prossiga para o próximo passo.
Passo 4 — Anunciar conclusão
QA concluído.
Testes E2E: [PASSANDO] — [N] cenários
Análise de qualidade: [APROVADO / APROVADO COM RESSALVAS]
Riscos identificados:
- Altos: N
- Médios: N
- Baixos: N
Próximo passo: /fluig:verify
Regras obrigatórias
- Testes E2E sempre contra servidor real (nunca localhost)
- Fluig-qa sempre executado após E2E (análise no servidor live)
- Riscos ALTOS obrigam retorno para
/fluig:implement — não pule
- Riscos MÉDIO/BAIXO são documentados mas não bloqueiam
- O próximo passo obrigatório é
/fluig:verify — gate final antes de produção
Consulta de Conhecimento
Se precisar de informação não disponível no MCP, consulte o RAG:
searchKnowledge({ keyword: "<termo relevante>" })