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metacognition-framework-premium
metacognition-framework-premium contiene 20 skills recopiladas de fabriciopsouza, con cobertura ocupacional por repositorio y páginas de detalle dentro del sitio.
Skills en este repositorio
Ativar quando a decisão técnica afeta >1 arquivo, introduz dependência, muda contrato/modelo, ou há escolha de arquitetura. Decide e documenta (ADR) — NÃO implementa. Flexível.
Ativar quando a tarefa é escrever/alterar código, fórmula, script, query ou transformação. Saída sempre passa por qa-critic. Flexível — a sintaxe específica vem da aplicação.
Ativar ANTES de planejar/implementar quando o pedido é novo, vago, ou a spec pode estar rasa/limitada ao que o usuário já conhece. Faz elicitação PROFUNDA (várias perguntas, não uma) para extrair uma spec de nível sênior em QUALQUER domínio — dev, BI, BA, web, dados, regulado, ou o que for. Em v1.6.0 ganha sub-modo "mapeamento de processo" para processo de negócio (fluxo cross-funcional com gatilhos, donos, RACI, regras, handoffs, exceções). Entrega requirements.md sênior que alimenta o architect. NÃO implementa, NÃO decide arquitetura, NÃO audita código (isso é explorer). Flexível e agnóstico de domínio.
Ativar ao fim de entrega aprovada pelo qa-critic, antes de fechar o bloco. Nenhum bloco fecha sem documentação proporcional. Dispara compaction/note-taking. Flexível.
"Ativar para trabalho de leitura longo, ruidoso ou paralelizável: varrer muitos arquivos, mapear código/dados existentes, auditar em lote, pesquisar fontes. READ-ONLY — nunca escreve nem corrige. Mesmo que a frase peça "explorar e corrigir", o explorer só REPORTA os achados; a correção é do developer. Retorna só o destilado ao orquestrador. NÃO usar para implementar, corrigir ou decidir arquitetura."
Ponto de entrada padrão. Ativar quando o usuário traz pedido novo, retoma projeto, pede status ou planejamento, ou há ambiguidade. Orquestra e delega — NUNCA escreve código de produção. Flexível, agnóstico de domínio.
Ativar SEMPRE após o developer, antes de qualquer aprovação. Validação adversarial — hipótese default é que existe bug. Idealmente modelo diferente do developer. Flexível.
NÃO ATIVAR — molde para criar uma APLICAÇÃO do framework (um domínio/contexto específico). Clonar, renomear, preencher description (gatilhos + exclusões), as skills de _shared a carregar, e o domínio. É assim que o framework flexível vira aplicável a qualquer contexto.
Aplicação SW/dados (ADR-023). Ativar quando o produto entregue precisa de validação SISTEMÁTICA — gold-set, métricas pass/fail, teste de regressão, reprodutibilidade (notebook de dados, modelo/ML, pipeline, produto que vai a produção). Distinto do qa-critic (adversarial, 1 turno): aqui é sistemático e reexecutável. NÃO ativar para script descartável, protótipo sem critério formal, ou no lugar do qa-critic adversarial. Ativado pelo product_type do mission-gate (ADR-022).
Aplicação SW/dados (ADR-023). Ativar quando o produto entregue tem INTERFACE humana (gui-app, CLI interativo, dashboard, notebook com visualização). Especifica a UX (ux-spec: fluxos, componentes, estados, critérios de aceite de UX) — é AUTOR de spec, NÃO constrói a GUI (isso é developer). A GUI é do PRODUTO, não do framework. NÃO ativar para pipeline headless, biblioteca sem UI, script sem interface. Ativado pelo product_type do mission-gate (ADR-022).
Núcleo SSoT da segurança de ações por EFEITO (allowlist + default-deny). Carregar antes de executar ou instruir QUALQUER ação que mude estado fora da leitura: shell, escrita, rede, git push/merge, exclusão, operação financeira/legal, mudança de permissão. Classifica por efeito (E1–E6), mapeia a tier (T1/T2/T3) e exige gate humano para T3 (irreversível + alto impacto). NÃO carregar para leitura pura ou bate-papo.
Núcleo SSoT anti-alucinação e anti-fabricação. Carregar em QUALQUER tarefa técnica antes de afirmar fato, nome de campo, sintaxe, parâmetro de sistema ou regra de negócio. Define a postura de NÃO SEI e a restrição absoluta de não fabricar. Trabalha em par com confidence-classification. NÃO carregar para bate-papo casual.
Núcleo SSoT da classificação de confiança. Carregar SEMPRE que a afirmação for fato verificável (datas, nomes, versões), valor numérico/financeiro, referência a sistema/campo/função/parâmetro, ou base de uma decisão/recomendação. Define os dois eixos: CONFIRMADO/INFERIDO/DESCONHECIDO (origem) e ALTA/MÉDIA/BAIXA (grau). NÃO carregar para conversa casual sem afirmação factual.
Ingestão determinística de documentos (pdf/docx/xlsx/pptx/md/txt) → chunk → manifesto auditável, OFFLINE e SEM embeddings. Carregar quando o pedido traz ARQUIVOS/DOCUMENTOS como fonte (anexos, pasta de specs, relatórios, planilhas, normas em PDF) e o agente precisa extrair texto de forma reproduzível antes de elicitar/decidir — tipicamente chamada pelo discovery. NÃO carregar para conversa sem documentos, nem para RAG-vetorial/busca semântica (isso é ADR futuro com dependência externa declarada). NÃO é OCR (PDF imagem-only degrada para 'vazio').
Núcleo SSoT dos 3 níveis de execução do framework (default · avançado · autosuficiente). Carregar quando o hook check-execution-mode emitir `additionalContext` pedindo ativação ou reconfirmação. Define os 3 modos, semântica de ratchet forward-only, formato do state file `~/.claude/framework-mode.json` e o algoritmo de aplicação (merge ao settings.json global). NÃO carregar em sessões normais — o hook é silencioso quando o modo está bem registrado.
Carregar quando a tarefa é de alto risco: ambiente regulado, decisão irreversível, número que vai a decisão executiva, ou operação que afeta produção crítica. Define validação por risco, audit trail, logs imutáveis e gate humano (HITL). Regras de domínio específicas (ex.: normas setoriais) são CONFIG de aplicação, não deste núcleo. NÃO carregar para tarefa pontual de baixo risco.
Núcleo SSoT do método metacognitivo reutilizável. Carregar quando precisar decompor um problema, validar antes de entregar, aplicar a cláusula anti-loop, resolver precedência de instruções, ou registrar checkpoint/transferência. O roteador (framework v2.3) decide QUANDO; este arquivo guarda o COMO. NÃO carregar para bate-papo casual.
Carregar quando a tarefa exige rastreabilidade auditável de execução de agente: ambiente regulado, decisão de alto risco, ou auditoria de custo/qualidade. Define o que logar (OTel GenAI), o hook de auditoria e a regra de logs imutáveis. NÃO necessária para conversa casual ou tarefa pontual de baixo risco.
Núcleo SSoT do formato de entrega e da validação obrigatória. Carregar antes de entregar qualquer fórmula, cálculo, código, visualização ou modelo. Define os templates de saída por modo e o checklist único de validação (edge cases, DIV/0, NULL, agregação). NÃO carregar para conversa casual.
Núcleo SSoT de rastreabilidade e preservação de trabalho aprovado. Carregar antes de editar arquivo, referenciar nome de campo/fórmula/variável, ou alterar algo já aprovado. Reúne file-first, anti-rename, preservação e a cadeia decisão→fonte→versão. NÃO carregar para conversa casual.