Ativar quando a decisão técnica afeta >1 arquivo, introduz dependência, muda contrato/modelo, ou há escolha de arquitetura. Decide e documenta (ADR) — NÃO implementa. Flexível.
Ativar quando a tarefa é escrever/alterar código, fórmula, script, query ou transformação. Saída sempre passa por qa-critic. Flexível — a sintaxe específica vem da aplicação.
Ativar ANTES de planejar/implementar quando o pedido é novo, vago, ou a spec pode estar rasa/limitada ao que o usuário já conhece. Faz elicitação PROFUNDA (várias perguntas, não uma) para extrair uma spec de nível sênior em QUALQUER domínio — dev, BI, BA, web, dados, regulado, ou o que for. Em v1.6.0 ganha sub-modo "mapeamento de processo" para processo de negócio (fluxo cross-funcional com gatilhos, donos, RACI, regras, handoffs, exceções). Entrega requirements.md sênior que alimenta o architect. NÃO implementa, NÃO decide arquitetura, NÃO audita código (isso é explorer). Flexível e agnóstico de domínio.
Ativar ao fim de entrega aprovada pelo qa-critic, antes de fechar o bloco. Nenhum bloco fecha sem documentação proporcional. Dispara compaction/note-taking. Flexível.
"Ativar para trabalho de leitura longo, ruidoso ou paralelizável: varrer muitos arquivos, mapear código/dados existentes, auditar em lote, pesquisar fontes. READ-ONLY — nunca escreve nem corrige. Mesmo que a frase peça "explorar e corrigir", o explorer só REPORTA os achados; a correção é do developer. Retorna só o destilado ao orquestrador. NÃO usar para implementar, corrigir ou decidir arquitetura."
Ponto de entrada padrão. Ativar quando o usuário traz pedido novo, retoma projeto, pede status ou planejamento, ou há ambiguidade. Orquestra e delega — NUNCA escreve código de produção. Flexível, agnóstico de domínio.
Ativar SEMPRE após o developer, antes de qualquer aprovação. Validação adversarial — hipótese default é que existe bug. Idealmente modelo diferente do developer. Flexível.
NÃO ATIVAR — molde para criar uma APLICAÇÃO do framework (um domínio/contexto específico). Clonar, renomear, preencher description (gatilhos + exclusões), as skills de _shared a carregar, e o domínio. É assim que o framework flexível vira aplicável a qualquer contexto.