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manifestos-kubernetes

Estrelas13
Forks17
Atualizado26 de julho de 2026 às 11:48

Escreve manifestos Kubernetes no padrão da operação, seguindo seis regras inegociáveis: requests e limits sempre declarados, liveness e readiness separadas com propósitos diferentes, variáveis de ambiente sempre via ConfigMap ou Secret, imagem sempre com tag fixada, Service coerente com a exposição pretendida, e labels e namespace no padrão do time. Use sempre que o usuário disser "cria o deployment", "escreve o manifesto", "monta o service", "preciso subir isso no Kubernetes", "cria o YAML do k8s", "coloca essa aplicação no cluster", "cria o configmap", "revisa esses manifestos", ou apontar arquivos YAML de Kubernetes querendo criá-los ou mudá-los. Ative também quando o pedido parecer pequeno — "só um deployment rapidinho", "só ajusta a porta do service" — porque é exatamente no manifesto avulso que o recurso não declarado e a tag latest entram; e quando for revisar manifesto que já existe no projeto. NÃO acione para: Dockerfile, docker-compose e build de imagem (isso é containerizar-aplicacao), Terraform e

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