| name | code-audit |
| description | Realiza auditoria manual e aprofundada de uma porção de código especificada pelo usuário. Identifica bugs, incompletudes, gaps lógicos e falhas semânticas que ferramentas automáticas (ESLint, TypeScript/TSServer, Prettier, Biome, SonarQube, Semgrep, CodeQL etc.) não capturam com confiabilidade. Gera um relatório Markdown estruturado com achados, severidade, evidências e proposta de correção, além de uma segunda parte obrigatória com upgrades pertinentes ao contexto. Use quando o usuário pedir auditoria, revisão profunda, análise de bugs sutis, code review técnico semântico ou avaliação de melhorias estruturais em um escopo específico. |
| user-invocable | true |
Code Audit — Auditoria Manual Profunda de Código
Overview
Esta skill é voltada para auditoria manual e semântica. O foco não é estilo, lint ou formatador:
o objetivo é validar se o código está correto no comportamento, robusto em cenários reais e
coerente com os contratos do sistema.
Identidade operacional (posicionamento)
audit_mode: manual_semantic_report
profile: diagnosis_first
proposal_depth: deep
escalate_to:
code-audit-and-fix quando houver pedido de patch imediato.
semantic-logic-audit quando a pergunta central for validar um fluxo crítico ponta a ponta
com ênfase em invariantes de estado, mesmo sem foco em relatório formal.
Regra absoluta
- Durante a auditoria, não usar ferramentas automáticas de análise estática, lint, typecheck ou
formatadores para decidir achados (ESLint, TypeScript, Prettier, Biome, SonarQube, Semgrep, CodeQL
e similares).
- A auditoria deve ser baseada em leitura integral, raciocínio causal, verificação de invariantes e
análise de fluxo de dados/estado.
When To Use
Use esta skill quando o usuário pedir:
- Auditoria profunda de arquivo, módulo, diretório ou fluxo.
- Revisão técnica com foco em bugs sutis, falhas semânticas e inconsistências de contrato.
- Relatório de riscos com priorização técnica.
- Levantamento de upgrades aplicáveis ao código já existente.
Use também quando a entrega esperada for um artefato de auditoria formal
(registrável/compartilhável) com duas partes obrigatórias: issues e upgrades.
When Not To Use
- Quando a necessidade for somente corrigir estilo/format.
- Quando a solicitação for apenas rodar lint/typecheck e ajustar erros triviais.
- Quando não houver escopo minimamente definido.
- Quando o objetivo principal for corrigir código na mesma sessão sem priorizar relatório formal
(nesse caso, usar
code-audit-and-fix).
Matriz de decisão rápida
code-audit: diagnóstico profundo + relatório formal em duas partes (issues + upgrades).
semantic-logic-audit: validação semântica de fluxo/invariante ponta a ponta (foco em
lógica).
code-audit-and-fix: descoberta + correção no mesmo ciclo com patches e validação.
Inputs / Preconditions
Antes de auditar, obter:
- Escopo explícito (arquivo, pasta, módulo ou fluxo).
- Contexto de execução (Node.js, browser, worker, etc.).
- Restrições de negócio relevantes para os caminhos críticos.
- Se possível, expectativa de comportamento (o que “correto” significa no contexto).
Se o usuário não fornecer escopo, solicitar antes de começar.
Workflow
Passo 0 — Delimitar Escopo
Confirmar:
- Escopo exato.
- Limites fora de escopo.
- Objetivo da auditoria (confiabilidade, segurança, performance, manutenção etc.).
Passo 1 — Leitura Integral e Mapeamento
Ler todos os arquivos do escopo por completo e mapear:
- Entidades principais (funções, classes, módulos exportados).
- Fluxo de controle (happy path + erro).
- Fluxo de dados (origem, transformação, consumo, persistência).
- Dependências externas e contratos assumidos.
- Invariantes explícitas e implícitas.
Use o checklist em references/audit-checklist.md.
Passo 2 — Auditoria de Issues (Parte I)
Para cada achado real, registrar obrigatoriamente:
- ID (
BUG-001, INC-001, GAP-001, SEC-001...)
- Arquivo/linhas
- Categoria
- Severidade (rubrica em
references/severity-rubric.md)
- Título
- Descrição técnica detalhada
- Cenário de reprodução/manifestação (quando aplicável)
- Proposta de correção concreta
- Referências técnicas (quando necessário)
Critério de inclusão:
- Incluir somente problemas reais e não óbvios.
- Não incluir observações puramente cosméticas.
Passo 3 — Análise de Upgrades (Parte II)
Depois dos issues, propor upgrades relevantes ao código auditado.
Use o catálogo em references/upgrade-catalogue.md.
Cada upgrade deve conter:
- ID (
UPG-001, UPG-002...)
- Categoria
- Prioridade
- Motivação
- Implementação proposta
- Trade-offs/riscos
Regra:
- A skill deve sempre sugerir upgrades pertinentes, não lista genérica sem vínculo ao escopo.
Passo 4 — Montagem do Relatório
Estruturar resposta com o template em references/report-template.md.
Obrigatório:
- Sumário executivo (estado geral + urgência).
- Tabela-resumo de issues/upgrades.
- Parte I detalhada (issues).
- Parte II detalhada (upgrades).
- Conclusão com próximos passos priorizados.
Passo 5 — Entrega e Continuação
Após entregar:
- Perguntar se o usuário quer aprofundar algum achado.
- Perguntar se deseja implementação imediata de correções ou upgrades.
- Se solicitado, migrar para skill de correção direta (
code-audit-and-fix) para executar patches.
Guardrails
- Evidência antes de conclusão: todo achado deve apontar linhas e fluxo causal.
- Sem inferência vaga: evitar “pode ser problema” sem cenário técnico.
- Profundidade > volume: preferir poucos achados sólidos a listas superficiais.
- Correções propostas devem ser acionáveis e minimamente testáveis.
- Não transformar auditoria em refatoração massiva sem justificativa.
Validation / Done Criteria
Considere concluído quando:
- Escopo foi auditado integralmente.
- Parte I contém achados com evidência + proposta de correção.
- Parte II contém upgrades pertinentes e priorizados.
- Relatório final está estruturado e acionável.
Related Skills
semantic-logic-audit: auditoria semântica ampla orientada a fluxos e invariantes, especialmente
para validação ponta a ponta de state machines e contratos de execução.
code-audit-and-fix: quando o objetivo é auditar e já aplicar correções no mesmo ciclo.
reactive-bug-audit: investigação de bug já observado com sintoma inicial.
exploratory-bug-hunt: varredura proativa orientada a padrões.