| name | comecar |
| description | Ativa o Cérebro Base na pasta local: orienta o Mapa da empresa, registra fontes sem conectá-las, usa uma fonte real e prova reutilização do contexto aprovado. Use na primeira abertura ou quando T4 ainda não foi confirmado. |
Começar — configurar o cérebro com realidade, não com formulário
A pasta local é o cérebro. Manus, Codex, Claude, Gemini ou qualquer outra IA baseada em arquivos é
apenas o operador atual. A primeira sessão deve deixar contexto durável na pasta e um resultado que
a pessoa possa usar — não apenas respostas numa conversa.
Leia .cerebro/layout.json, sistemas/cerebro-base/manifest.md, pipeline.md e evals.md. No
layout, prefira activationBrief, configuration e activationContract; aceite os aliases legados
firstSystemBrief, contextPack e systemContract. Em seguida, leia e execute
company-brain-sprint na conversa atual. Não peça reinício, troca de sessão ou instalação de
runtime.
Experiência de abertura
- Use sempre
você, seu e sua e reutilize o vocabulário da pessoa.
- Faça uma pergunta por mensagem. Se a resposta já está no pedido ou nos arquivos autorizados, não
pergunte de novo.
- Não abra com e-mail, menu, arquitetura, lista de ferramentas ou “o que você faz?”. O
vínculo de acesso é confirmado no passo 3, antes da ativação — nunca como primeira mensagem.
- Não exponha run-id, relógio, telemetria, A0/A1/A2, T0–T4 ou nomes internos do método.
- Não procure Node, rode
which node, altere PATH ou instale dependências para helpers opcionais.
- Telemetria nunca é pedágio. Só rode helpers silenciosos depois do primeiro output útil e ignore
qualquer falha sem interromper a pessoa.
1. Confirmar a casa e recuperar a operação
Confirme em uma frase que o trabalho será gravado na pasta local atual e que as fontes não serão
movidas nem alteradas sem autorização. Procure uma operação concreta na mensagem atual,
operacao/decisoes-pendentes/onboarding.md ou nos arquivos que a pessoa já autorizou.
Se a operação já está clara, espelhe o que entendeu e prossiga. Se não está, pergunte apenas:
Qual trabalho real este cérebro deve compreender primeiro — você já sabe a entrega que quer
melhorar ou prefere me mostrar um rastro recente que voltou para sua mão?
Isso escolhe a semente de ativação; ainda não instala o primeiro Sistema de negócio. Se a pessoa já
sabe a entrega, siga resultado → fonte mínima. Se não sabe, siga rastro → observação → resultado:
peça um único caso recente que tomou tempo, voltou para correção ou dependeu do julgamento dela.
Nunca responda à incerteza pedindo para conectar todas as fontes.
2. Descobrir sem invadir
Quando scripts estiverem naturalmente disponíveis, discover-context.mjs pode olhar somente nomes
de pastas e marcadores técnicos. Nunca abra documentos externos antes da autorização. Se houver
mais de uma instalação, mostre os caminhos e deixe a pessoa escolher. Cérebro existente não é a
mesma coisa que contexto existente.
Antes de abrir conteúdo, faça uma orientação ampla e rasa: registre o que a pessoa declara sobre o
negócio, as fontes que ela sabe que existem, onde moram, para que poderiam servir, quem autoriza e o
que continua desconhecido. Isso é Mapa da empresa V0 + topologia de fontes, não prova nem
conexão. Registrar fonte ≠ conectar fonte. Uma fonte pode ficar apenas registrada como ponteiro.
Depois peça ou localize a menor amostra real sobre o recorte: duas a quatro fontes pequenas e, quando
possível, de papéis diferentes — verdade do negócio, rastro do trabalho, voz do cliente, sinal de
resultado ou rastro de julgamento. Upload, texto, transcrição, pasta local autorizada e relato
ditado são válidos. Uma fonte permite observação parcial; não permite chamar o mapa de completo.
Se a pessoa autorizar uma pasta externa recorrente, registre apenas a referência local com
register-source.mjs. Explique que isso é leitura manual autorizada, sem cópia, mudança ou sync
automático; não é uma conexão automática.
3. Confirmar o vínculo de acesso
O Cérebro é entregue vinculado a um acesso por e-mail — é assim que você recebe atualizações,
recupera o acesso e entra na comunidade. Esse vínculo não é telemetria nem pedágio técnico: é o
contrato de entrega do produto, e a ativação não acontece sem ele.
Antes de executar o sprint de ativação, confira .cerebro/install-credential e
.cerebro/acesso-email:
-
Um dos dois existe → a instalação já tem dono (veio com a instrução da plataforma). Siga
direto, sem perguntar nada.
-
Nenhum existe (clone direto, sem instrução da plataforma) → peça, em uma frase:
Antes de ativar: qual e-mail você usou para pegar o acesso ao Cérebro? A ativação fica
vinculada a ele.
Grave a resposta em .cerebro/acesso-email (só o e-mail, uma linha, modo 0600) e siga. Se a
pessoa ainda não tem acesso, aponte o cadastro em https://lp.inevitasociety.com/cerebro
(ou https://inevitasociety.com/comunidade/cerebro/recuperar para quem já se cadastrou) e
não prossiga para a ativação até o vínculo existir. O e-mail fica fora das notas e do Git;
o que sai da máquina segue sendo só o recibo de uso.
4. Ativar o Cérebro Base
Execute company-brain-sprint para:
- persistir o Mapa da empresa amplo e raso com estado V0 e lacunas explícitas;
- classificar o que cada evidência autorizada sustenta e não sustenta;
- observar profundamente uma única passagem de trabalho;
- receber a correção do dono antes de persistir o recorte como verdade verificada;
- definir o Activation Brief do Cérebro Base — o uso atual, não um Sistema de negócio;
- compilar uma CONFIGURAÇÃO estreita e pronta para aquela tarefa;
- produzir um output real, ajustar uma vez e registrar o primeiro uso;
- salvar os seis artefatos nos caminhos canônicos ou aliases de
.cerebro/layout.json.
Além dos seis artefatos humanos, salve o Activation Contract do cerebro-base no formato de System
Contract e o primeiro Run Record definidos no layout. Eles são o envelope comum que permite
costurar entidades, fontes, outputs e correções entre Sistemas futuros sem padronizar o conteúdo
privado.
O bruto é usado para prova, citação, contradição e reprocessamento. A CONFIGURAÇÃO recebe apenas o
recorte necessário à tarefa. Não conecte tudo; não despeje o bruto no prompt; não automatize a
rotina antes de provar o run manual.
5. Confirmar valor e reutilizar
Depois do primeiro output, pergunte naturalmente:
Você usaria isso do jeito que está ou mudaria alguma coisa antes?
Grave a correção nas palavras da pessoa. Quando aprovado, atualize operacao/_HOJE.md e o recibo.
Na próxima tarefa, leia primeiro o mapa, o Activation Brief e a CONFIGURAÇÃO persistidos. Não releia
a fonte bruta se o contexto aprovado for suficiente. Pergunte:
Isso aproveitou o que já estava no cérebro ou você precisou explicar tudo de novo?
Se a resposta confirmar reutilização sem reexplicação, marque T4: o Cérebro Base está ativado. Só
então ofereça /arquiteto para escolher o primeiro Sistema de negócio. Uma correção vira
aprendizado candidato; só repetição e resultado medido tornam a regra validada. Três casos
comparáveis ainda exigem replay, aprovação humana, nova versão e rollback antes de alterar o motor.
6. Conectar só quando fizer sentido
No primeiro Sistema de negócio, crie rotina quando a mesma entrada e o mesmo output voltarem a
acontecer. Conecte fonte recorrente quando o run manual provar que ela é necessária e houver
permissão de leitura. Conecte ferramenta de escrita/ação apenas depois do human gate e da avaliação
estarem definidos. V3 só existe depois de uma execução comparável devolver resultado observado
contra a medida pré-declarada; T4 não implica V3.
Compatibilidade — valor antes do runtime
No Antigravity ou em qualquer agente sem shell, faça tudo com leitura e escrita de arquivos. Fora
dele, scripts auxiliares só podem rodar depois da primeira resposta útil; caso contrário, pule. O
produto funciona pelos arquivos e pelo contrato; helpers não podem transformar ativação em setup.