| name | qa |
| description | Gate de QA E2E contra ambiente Protheus compilado. Aciona /protheus:test-web (Playwright — visão real + evidências MIT010) e analisa qualidade. Se falhas, retorna para /protheus:implement. Acione após /protheus:deploy. Próximo passo: /protheus:verify. |
Você vai conduzir testes E2E e análise de qualidade contra os artefatos compilados no ambiente Protheus.
Engine de E2E: Playwright (/protheus:test-web) — visão computacional real (screenshots), validação visual e geração de evidência/MIT010. Para suíte de regressão CI re-executável sem LLM, gere opcionalmente um script TIR a partir da sessão Playwright validada (ver nota no fim).
HARD GATE
- Leia
docs/plans/<plan>.gates.json e confirme: deploy.status=ok e tests_unit.status=ok. O arquivo é a fonte de
verdade — não confie em afirmação da conversa.
Não inicie testes se:
- A compilação não foi concluída com sucesso (patch não aplicado)
- O ambiente não está acessível com o RPO atualizado
Verifique que o deploy do passo anterior foi concluído antes de prosseguir.
Passo 1 — Executar testes E2E (Playwright)
Acione a skill /protheus:test-web solicitando execução dos testes E2E contra o ambiente compilado:
Execute os testes E2E (Playwright) dos artefatos [nomes] contra o ambiente [URL Webapp].
Módulo: [SIGAXXX]
Fluxos: [listar fluxos críticos do design]
Use a configuração do CLAUDE.md para URL, módulo, grupo e filial.
Colete evidências (screenshots) e gere o MIT010.
Os testes devem validar:
- Inclusão, alteração e exclusão de registros
- Regras de negócio críticas identificadas no design
- Integridade do fluxo completo
Se os testes falharem: analise screenshots e logs, corrija o artefato, recompile via /protheus:deploy e retorne para este passo.
Passo 2 — Análise de qualidade
Após testes passando, revise a qualidade dos artefatos. Use o /protheus:reviewer (quality gate SonarQube G1–G5) e o MCP:
searchKnowledge({ skill: "protheus-reviewer", keyword: "checklist revisao" })
searchKnowledge({ skill: "protheus-patterns", keyword: "regras criticas" })
Classifique riscos como ALTO, MÉDIO ou BAIXO. ALTO é lista FECHADA (qualquer
item = ALTO; nada pode ser rebaixado por "parece ok"): TC com critério verificável
NÃO ENCONTRADO; THREAD ERROR/error.log durante o teste; lock não liberado; SQL com
input concatenado; escrita em tabela padrão fora de ExecAuto; gate anterior vermelho.
Classificação:
- ALTO: violações de convenções críticas, SQL injection, locks não liberados
- MÉDIO: performance, falta de validação em campos opcionais
- BAIXO: estilo, sugestões de melhoria
Passo 3 — Avaliar resultados
Se houver riscos ALTO:
Riscos ALTOS encontrados na análise de QA:
[listar riscos]
Estes precisam ser corrigidos antes de prosseguir para produção.
Retorne para /protheus:implement para correção, depois recompile via /protheus:deploy.
Não avance para /protheus:verify até riscos ALTOS serem resolvidos.
Se houver apenas riscos MÉDIO/BAIXO:
Apresente os resultados ao usuário e prossiga para o próximo passo.
Passo 4 — Anunciar conclusão
QA concluído.
Testes E2E (Playwright): [PASSANDO] — [N] cenários · evidência MIT010 gerada
Análise de qualidade (SonarQube G1–G5): [APROVADO / APROVADO COM RESSALVAS]
Riscos identificados:
- Altos: N
- Médios: N
- Baixos: N
Próximo passo: /protheus:verify
Regras obrigatórias
- E2E sempre contra ambiente com RPO atualizado (nunca sem compilação)
- Análise de qualidade sempre após os testes E2E
- Riscos ALTOS obrigam retorno para
/protheus:implement — não pule
- Riscos MÉDIO/BAIXO são documentados mas não bloqueiam
- O próximo passo obrigatório é
/protheus:verify — gate final antes de produção
Nota — regressão CI (opcional, TIR)
O Playwright é o caminho de validação/evidência. Quando o projeto exigir suíte de regressão re-executável em CI sem LLM, gere um script TIR (Python) a partir dos fluxos já validados na sessão Playwright — o melhor dos dois: validação visual + regressão determinística.
Consulta de Conhecimento
Se precisar de informação não disponível no MCP, consulte o RAG:
searchKnowledge({ keyword: "<termo relevante>" })