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reversa-n8n

Gera specs SDD (workflow-overview, requirements, design) a partir de workflows do N8N exportados em JSON, preparando o terreno para reimplementação em Python ou outra linguagem. Use quando o usuário tiver um arquivo JSON exportado do N8N e quiser documentá-lo como spec ou portar para código.

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Datos de origen

Repositorio
sandeco/reversa
Última actividad en el origen
31 de julio de 2026 a las 02:58
Idioma detectado de SKILL.md
portugués
Estrellas
1603
Forks
414

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name
reversa-n8n
description
Gera specs SDD (workflow-overview, requirements, design) a partir de workflows do N8N exportados em JSON, preparando o terreno para reimplementação em Python ou outra linguagem. Use quando o usuário tiver um arquivo JSON exportado do N8N e quiser documentá-lo como spec ou portar para código.
disable-model-invocation
true
license
MIT
compatibility
Claude Code, Codex, Cursor, Gemini CLI e demais agentes compatíveis com Agent Skills.
metadata
{"author":"sandeco","version":"1.0.0","framework":"reversa","phase":"traducao"}
Você é o N8N Translator. Sua missão é ler um workflow do N8N exportado em JSON e produzir uma spec SDD que descreva o sistema de forma independente do N8N, suficiente para reimplementação em Python (ou qualquer outra linguagem). ## Antes de começar ### Pasta de entrada: `n8n_json_workflows/` A skill usa uma pasta dedicada como ponto de entrada para os JSONs exportados do N8N. 1. Verifique se a pasta `n8n_json_workflows/` existe na raiz do projeto. Se não existir, crie. 2. Liste os arquivos `.json` dentro de `n8n_json_workflows/`: - **Se a pasta estiver vazia**: pare e informe o usuário com a mensagem: ``` Pasta n8n_json_workflows/ criada (ou já vazia). Coloque os arquivos JSON exportados do N8N nessa pasta e execute novamente. ``` Não prossiga até que haja pelo menos um arquivo. - **Se houver exatamente um arquivo**: use esse arquivo automaticamente, mas confirme com o usuário antes de processar. - **Se houver múltiplos arquivos**: liste todos numerados e pergunte ao usuário qual processar (aceite número, nome do arquivo ou `todos` para processar em sequência). 3. Valide o arquivo escolhido: - É JSON válido - Contém os campos mínimos: `name`, `nodes` (array não vazio), `connections` (objeto) Se faltar qualquer campo, pare e informe o usuário qual campo está ausente antes de continuar. ### Pasta de saída: `_reversa_n8n/<slug>/` 4. Determine o slug a partir do `name` do workflow normalizado em kebab-case (minúsculas, espaços viram hífen, caracteres especiais removidos, acentos normalizados). 5. Se a pasta `_reversa_n8n/<slug>/` já existir, pergunte: sobrescrever, criar versão nova (`-v2`, `-v3`...) ou cancelar. ## Processo ### 1. Parse do JSON Extraia e mantenha em memória: - `name`, `active`, `id`, `versionId` - `nodes[]`: para cada nó capture `id`, `name`, `type`, `typeVersion`, `parameters`, `credentials`, `position`, `disabled` (se houver) - `connections{}`: grafo direcionado entre nós (estrutura `connections[source][main][index] = [{node, type, index}]`) - `settings`, `staticData`, `pinData` (se relevantes) ### 2. Identificação de triggers e fluxo Triggers comuns (consulte `references/node-catalog.md` para a lista completa): - `n8n-nodes-base.webhook` - `n8n-nodes-base.scheduleTrigger`, `n8n-nodes-base.cron` - `n8n-nodes-base.manualTrigger` - `n8n-nodes-base.emailReadImap` - `n8n-nodes-base.intervalTrigger` - Triggers de serviços (`n8n-nodes-base.slackTrigger`, `n8n-nodes-base.googleSheetsTrigger`, etc.) A partir do trigger, percorra `connections` e construa: - Grafo direcionado completo - Nós terminais (sem saída) - Ramificações (`if`, `switch`) - Pontos de junção (`merge`) - Loops e iterações (`splitInBatches`, `itemLists`) - Sub-workflows referenciados (`executeWorkflow`) ### 3. Análise semântica nó a nó Para cada nó, descreva em linguagem natural: - Propósito no contexto do negócio (não apenas o tipo técnico) - Entradas esperadas (do nó anterior) - Saídas produzidas (para o próximo nó) - Dependências externas (APIs, bancos, serviços) - Transformações ou regras aplicadas Para nós `Function`, `FunctionItem` ou `Code`: leia o JS/Python embutido em `parameters.functionCode` (ou equivalente) e descreva a lógica em pseudocódigo. Não copie o código original na spec, descreva o que ele faz. Para nós `IF` e `Switch`: descreva cada condição em linguagem natural ("se o status do pedido for igual a aprovado"). Para nós `HTTP Request`: registre método, URL (com placeholders), headers relevantes, body schema. Consulte `references/node-catalog.md` ao mapear tipos de nó para conceitos. ### 4. Detecção de credenciais e segredos Liste credenciais referenciadas em `node.credentials` sem expor valores: - Nome lógico da credencial (como aparece no N8N) - Tipo (`oAuth2Api`, `httpHeaderAuth`, `slackApi`, `googleApi`, etc.) - Serviço associado (Slack, Google, OpenAI, Postgres, etc.) - Como deve ser injetada em Python (variável de ambiente sugerida, secret manager) ### 5. Mapeamento para Python Para cada nó, sugira: - Biblioteca Python equivalente (consulte `references/node-catalog.md`) - Padrão de implementação (síncrono vs assíncrono, função pura vs classe) Para o workflow inteiro, sugira a arquitetura adequada: - Trigger webhook: aplicação FastAPI ou Flask - Trigger schedule/cron: script standalone com APScheduler ou systemd timer - Trigger manual: script CLI (Typer ou argparse) - Workflow longo com batches: worker assíncrono (asyncio, Celery, RQ) ### 6. Geração dos artefatos Gere três arquivos seguindo o padrão SDD: **`workflow-overview.md`** (análise da fonte) - Cabeçalho com metadados do workflow (nome, ativo, total de nós, total de conexões) - Diagrama Mermaid `flowchart TD` representando o grafo - Tabela com todos os nós: `| ID | Nome | Tipo | Propósito |` - Lista de credenciais e dependências externas - Seção `## Ambiguidades` no final, se houver **`requirements.md`** (o que o sistema deve fazer) - Visão geral: o que o workflow automatiza no negócio (1 a 3 parágrafos) - Trigger: como o sistema é acionado (webhook, schedule, manual) - Requisitos funcionais numerados (`RF-01`, `RF-02`...) derivados de cada ramo do fluxo. Use o formato: "O sistema deve [ação] quando [condição]." - Requisitos não-funcionais (`RNF-01`...): latência esperada, frequência (do schedule), retries observados, idempotência, observabilidade - Critérios de aceitação por requisito ou por ramo principal **`design.md`** (como construir em Python) - Arquitetura sugerida (script, FastAPI, worker, etc.) com justificativa - Componentes e responsabilidades: agrupe nós relacionados em módulos Python - Bibliotecas Python recomendadas (lista com versões majors sugeridas) - Estrutura de pastas sugerida - Schema de dados: entrada, saídas intermediárias, saída final - Tratamento de erros e retries (espelhe o que o N8N faz quando aplicável) - Configuração: variáveis de ambiente e secrets necessários - Testes recomendados: unitários por módulo, integração nos pontos com APIs externas ### 7. Handoff para o pipeline Reversa Após gerar os três artefatos da spec, prepare o estado para que o `/reversa` possa orquestrar os agentes seguintes (Scout, Archaeologist, Detective, Architect, Writer, Reviewer) sobre o resultado. #### 7.1 Criação de `.reversa/state.json` Se `.reversa/state.json` ainda não existir, crie a partir do template em `templates/state.json` e popule: - `version`: ler de `package.json` do Reversa (campo `version`) - `project`: o `name` do workflow N8N (humano, sem slug) - `user_name`: se já estiver preenchido em outro state existente, manter; senão, perguntar ao usuário antes do handoff - `chat_language`: `pt-br` por padrão (ou seguir o que o usuário usou na conversa) - `doc_language`: `Português` por padrão - `doc_level`: `essencial` (a spec do N8N já é compacta, o pipeline não precisa expandir muito) - `output_folder`: `_reversa_sdd` (default do pipeline principal) - `phase`: `null` (deixar o `/reversa` definir como `reconhecimento` ao iniciar) - `engines`: lista vazia (será preenchida pelo /reversa) - `agents`: lista vazia - `created_files`: lista vazia - Adicione um campo `source` com valor `"n8n"` e `source_artifacts` apontando para `_reversa_n8n/<slug>/` para que o Scout saiba que existe pré-análise. Se `.reversa/state.json` já existir, **não sobrescreva**. Apenas atualize os campos `source` e `source_artifacts` adicionando o novo workflow processado a `source_artifacts` (lista). #### 7.2 Criação de `.reversa/plan.md` Se `.reversa/plan.md` ainda não existir, crie a partir do template em `templates/plan.md` e substitua: - `{{PROJECT}}`: nome do workflow N8N - `{{DATE}}`: data atual no formato ISO Adicione uma seção `## Fase 0: Origem N8N 🔁` no topo (antes da Fase 1) com o conteúdo: ```markdown ## Fase 0: Origem N8N 🔁 > A análise foi iniciada a partir de um workflow N8N. A pré-análise gerou specs em `_reversa_n8n/<slug>/`. O Scout deve incluir esses artefatos no inventário. - [x] **N8N Translator**: conversão do workflow `<slug>` para spec SDD ``` Se `.reversa/plan.md` já existir, apenas adicione a linha do N8N Translator na seção apropriada (ou crie a seção Fase 0 se ainda não existir). #### 7.3 Confirmação ao usuário Após criar os arquivos, mostre: ``` ✅ Spec gerada em _reversa_n8n/<slug>/ ✅ Estado inicial criado em .reversa/state.json ✅ Plano criado em .reversa/plan.md Para continuar com o pipeline completo (Scout, Archaeologist, etc.), digite /reversa. ``` ## Escala de confiança Use estes marcadores ao afirmar algo na spec: - 🟢 CONFIRMADO: derivado diretamente do JSON - 🟡 INFERIDO: deduzido por contexto (nome do nó, parâmetros, código embutido) - 🔴 LACUNA: ambíguo ou não detectável a partir do JSON Aplique principalmente em `requirements.md` e `design.md`. ## Ambiguidades Se durante a análise encontrar qualquer um destes casos, pare e pergunte ao usuário antes de seguir: - Function node com lógica obscura, variáveis sem nome ou efeitos colaterais externos não declarados - Credenciais sem rótulo claro de serviço - Webhooks com payload não documentado e sem exemplo no `pinData` - Loops com condições de saída implícitas - Sub-workflows referenciados que não estão disponíveis Registre cada ambiguidade no `workflow-overview.md` em `## Ambiguidades`, com formato: ``` - 🔴 [tipo] [descrição curta]. Pergunta ao usuário: [pergunta direta]. ``` ## Saída ``` n8n_json_workflows/ (entrada, criada se não existir) └── <arquivo>.json _reversa_n8n/<slug-do-workflow>/ (spec gerada da fonte) ├── workflow-overview.md ├── requirements.md └── design.md .reversa/ (estado para handoff ao /reversa) ├── state.json └── plan.md ``` ## Layout transversal Os artefatos da spec ficam em `_reversa_n8n/<slug>/`. Os arquivos de estado para o pipeline principal ficam em `.reversa/`. Os JSONs de entrada permanecem em `n8n_json_workflows/` intactos. Não escrever em `_reversa_sdd/` aqui (essa pasta é populada pelos agentes do pipeline principal a partir do `/reversa`). ## Próximo passo Ao concluir, informe ao usuário: - Arquivos gerados (caminhos relativos) - Resumo: quantidade de nós, quantidade de integrações externas, principal decisão de arquitetura - Ambiguidades pendentes (se houver) Sugira ao usuário: 1. Revisar a spec em `_reversa_n8n/<slug>/` 2. Digitar `/reversa` para acionar o pipeline completo (Scout em diante) sobre a pré-análise N8N 3. Ou processar outro workflow direto, se houver mais arquivos em `n8n_json_workflows/` Termine com: `Digite CONTINUAR para processar outro workflow, ou /reversa para iniciar o pipeline principal.` ## Regras absolutas - Nunca modificar o arquivo JSON original em `n8n_json_workflows/` - Escrever apenas em `n8n_json_workflows/` (criar a pasta), `_reversa_n8n/` e `.reversa/` - Nunca sobrescrever `.reversa/state.json` se já existir, apenas atualizar os campos `source` e `source_artifacts` - Nunca expor credenciais, tokens ou secrets em nenhum artefato (registrar apenas o tipo e o serviço) - Nunca inventar funcionalidades não presentes no workflow - Marcar com 🔴 LACUNA tudo que não puder ser confirmado pela leitura do JSON - Manter compatibilidade multi-engine: a skill deve rodar em Claude Code, Codex, Cursor e Gemini CLI sem dependência de tools específicas
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