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metacognition-framework
metacognition-framework contient 12 skills collectées depuis fabriciopsouza, avec une couverture métier par dépôt et des pages de détail sur le site.
Skills dans ce dépôt
Ativar ao fim de entrega aprovada pelo qa-critic, antes de fechar o bloco. Nenhum bloco fecha sem documentação proporcional. Dispara compaction/note-taking. Genérico.
Núcleo SSoT do método metacognitivo reutilizável. Carregar quando precisar decompor um problema, validar antes de entregar, aplicar a cláusula anti-loop, resolver precedência de instruções, ou registrar checkpoint/transferência. O roteador (framework v2.3) decide QUANDO; este arquivo guarda o COMO. NÃO carregar para bate-papo casual.
Ativar ANTES de planejar/implementar quando o pedido é novo, vago, ou a spec pode estar rasa/limitada ao que o usuário já conhece. Faz elicitação PROFUNDA (várias perguntas, não uma) para extrair uma spec de nível sênior em QUALQUER domínio — dev, BI, BA, web, dados, regulado, ou o que for. Em v1.6.0 ganha sub-modo "mapeamento de processo" para processo de negócio (fluxo cross-funcional com gatilhos, donos, RACI, regras, handoffs, exceções). Entrega requirements.md sênior que alimenta o architect. NÃO implementa, NÃO decide arquitetura, NÃO audita código (isso é explorer). Genérico e agnóstico de domínio.
Aplicação SW/dados (ADR-023). Ativar quando o produto entregue precisa de validação SISTEMÁTICA — gold-set, métricas pass/fail, teste de regressão, reprodutibilidade (notebook de dados, modelo/ML, pipeline, produto que vai a produção). Distinto do qa-critic (adversarial, 1 turno): aqui é sistemático e reexecutável. NÃO ativar para script descartável, protótipo sem critério formal, ou no lugar do qa-critic adversarial. Ativado pelo product_type do mission-gate (ADR-022).
Aplicação SW/dados (ADR-023). Ativar quando o produto entregue tem INTERFACE humana (gui-app, CLI interativo, dashboard, notebook com visualização). Especifica a UX (ux-spec: fluxos, componentes, estados, critérios de aceite de UX) — é AUTOR de spec, NÃO constrói a GUI (isso é developer). A GUI é do PRODUTO, não do framework. NÃO ativar para pipeline headless, biblioteca sem UI, script sem interface. Ativado pelo product_type do mission-gate (ADR-022).
Ativar SEMPRE após o developer, antes de qualquer aprovação. Validação adversarial — hipótese default é que existe bug. Idealmente modelo diferente do developer. Genérico.
Ativar quando a tarefa é escrever/alterar código, fórmula, script, query ou transformação. Saída sempre passa por qa-critic. Genérico — a sintaxe específica vem da aplicação.
Núcleo SSoT da segurança de ações por EFEITO (allowlist + default-deny). Carregar antes de executar ou instruir QUALQUER ação que mude estado fora da leitura: shell, escrita, rede, git push/merge, exclusão, operação financeira/legal, mudança de permissão. Classifica por efeito (E1–E6), mapeia a tier (T1/T2/T3) e exige gate humano para T3 (irreversível + alto impacto). NÃO carregar para leitura pura ou bate-papo.
Ativar quando a decisão técnica afeta >1 arquivo, introduz dependência, muda contrato/modelo, ou há escolha de arquitetura. Decide e documenta (ADR) — NÃO implementa. Genérico.
"Ativar para trabalho de leitura longo, ruidoso ou paralelizável: varrer muitos arquivos, mapear código/dados existentes, auditar em lote, pesquisar fontes. READ-ONLY — nunca escreve nem corrige. Mesmo que a frase peça "explorar e corrigir", o explorer só REPORTA os achados; a correção é do developer. Retorna só o destilado ao orquestrador. NÃO usar para implementar, corrigir ou decidir arquitetura."
Ponto de entrada padrão. Ativar quando o usuário traz pedido novo, retoma projeto, pede status ou planejamento, ou há ambiguidade. Orquestra e delega — NUNCA escreve código de produção. Genérico, agnóstico de domínio.
NÃO ATIVAR — molde para criar uma APLICAÇÃO do framework (um domínio/contexto específico). Clonar, renomear, preencher description (gatilhos + exclusões), as skills de _shared a carregar, e o domínio. É assim que o framework genérico vira aplicável a qualquer contexto.