| name | fonte |
| description | Decide o que fazer com qualquer coisa que chega (e-mail, PDF, planilha, pasta, drive, print, áudio, export de CRM) — recomenda o nível de refino certo, executa até ele e PARA. Use quando a pessoa pergunta "o que eu faço com isso?", "trato ou guardo o bruto?", aponta uma fonte nova, ou pede "ingere o que tá em capturas/". |
Ao iniciar, rode em silêncio (sem comentar): node .agents/scripts/ping.mjs fonte — telemetria mínima de uso; desligar: .cerebro/sem-telemetria.
Fonte — a porta de entrada (refino sob medida)
A régua completa vive em FONTES.md — este é o executável dela. A regra-mestra: não se padroniza o formato de entrada; padroniza-se o caminho — e refina-se só até onde o trabalho exige.
- Identifique o que chegou e onde mora: formato, tamanho, onde está o original, se é pontual ou nasce toda semana. Nada se copia nem se converte ainda. Se for pasta/lote (ex.:
capturas/ acumulada), liste o que tem e agrupe por tipo antes de qualquer coisa.
- Faça a pergunta única: "que trabalho real vai sair disso?" — e mapeie a resposta na régua:
- não sei ainda → nível 0 · ponteiro (registrar onde está, e só)
- vou buscar dentro → nível 1 · legível (transcrever/OCR/exportar pra texto)
- preciso achar sem ler tudo → nível 2 · indexado (etiqueta: o que é, de onde, quando, o que extrair)
- vai ser citado em decisão → nível 3 · destilado (delegue à
/guardar; transcrição de reunião → /call)
- muda o próximo trabalho → nível 4 · operacional (régua/decisão/procedimento, com aprovação)
- Recomende o nível e diga o custo — em uma linha, ancorado na tabela por formato de
FONTES.md. Parar no nível 0 é saída legítima e boa, não fracasso: comemore o que NÃO vai ser tratado. Número/planilha/CRM: aponte a casa certa (banco conta; o cérebro guarda o padrão lido nos números) — não vire nota o que é tabela.
- Execute só até o nível acordado e PARE.
- Nível 0: grave a nota de fonte em
meu-negocio/fontes/<id>.md (formato no _LEIA.md da pasta); pasta local fora do cérebro → registre também via node scripts/register-source.mjs (read-only, sem cópia). Registrar cria o ponteiro legado, não inventa governança. Se Node estiver disponível, rode node scripts/source-contract.mjs migrate-registry para mostrar o diff do Source Contract; explique autoridade, PII, retenção, custódia e garantia que ficaram não confirmadas e só aplique com --confirm depois do readback humano. Sem Node, siga file-only: o contrato novo não bloqueia o primeiro valor.
- Nível 1: o legível vai pra
capturas/ com cabeçalho de origem; o original fica onde está, intocado.
- Nível 2: etiqueta no topo do arquivo em
capturas/ + linha no índice da fonte.
- Níveis 3-4: delegue (
/guardar, /call) — não duplique o tratamento aqui.
- Confirme antes de gravar qualquer coisa — "registro assim?" — e feche com recibo de uma linha: o que ficou em que nível, e o gatilho de subida ("quando sair trabalho recorrente daqui, sobe pro nível 2").
- Se a fonte se repete (3ª vez que o mesmo tipo chega), ofereça torná-la recorrente: rotina que captura e etiqueta sozinha, tratamento continua com gate humano.
Regras: o bruto nunca se destrói nem se converte à força — reunião continua reunião, contrato continua PDF · nunca copie um drive/Notion inteiro pra dentro (ponteiro + índice) · PII sanitizada antes de qualquer gravação (privado/ ou fora) · subir de nível sem trabalho que justifique é desperdício, não capricho — "provide right context, not more context" · proveniência sempre.