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dare-method
dare-method contém 45 skills coletadas de dewtech-technologies, com cobertura ocupacional por repositório e páginas de detalhe dentro do site.
Skills neste repositório
Camada semântica da extração de DNA do projeto. Roda depois do comando `dare dna` e transforma os fatos de convenção em regras acionáveis no DARE/PROJECT-DNA.md, para o agente seguir o padrão da casa em projetos legados.
Camada semântica da engenharia reversa (Fase 0 / brownfield). Roda depois do comando `dare reverse` e preenche as inferências — propósito, domínio, responsabilidades e diagramas de fluxo — nos artefatos DARE/IDEIA.md e DARE/REVERSE/module-*.md.
Gera um Task List estruturado a partir do Design aprovado. Use quando o usuário aprovar o DESIGN.md. Cria um documento BLUEPRINT.md com arquitetura, endpoints, modelo de dados e plano de execução.
Gera um Implementation Plan estruturado a partir de requisitos de usuário. Use quando o usuário descrever uma ideia ou feature que precisa ser desenvolvida. Cria um documento DESIGN.md com requisitos, funcionalidades e restrições.
Camada semântica da migração (Fase 2 brownfield). Roda depois do comando `dare migrate` e escreve a estratégia de migração + cenários Gherkin de paridade reais no DARE/MIGRATION/, garantindo reimplementação fiel ao legado.
Analisa complexidade de uma task DARE e, quando alta, quebra em sub-tasks menores. Use após gerar o DAG (para tasks HIGH/CRITICAL), quando o dev pedir refinamento manual, ou quando o escopo mudou e uma task ficou grande. Combina heurística determinística (CLI) com decisão semântica do agente.
Audita uma task DARE implementada — cruza a spec com o código real para detectar stubs, mocks fora de testes, funções vazias, TODOs e validar critério-a-critério se a implementação satisfaz o que a spec prometeu. Use antes de marcar uma task como DONE, ou quando o dev pedir revisão manual. Combina análise estática (via CLI) com verdito semântico (você).
Terminal-first AI providers for DARE enrichment (dare ai doctor/providers/run). Use when running semantic enrichment from the CLI instead of IDE chat.
Start the local read-only telemetry dashboard (dare dashboard).
Run the DARE security guard gate on artifacts (dare guard).
Roda o harness determinístico de fixtures de verificação (Fix·Rate, solve-rate, baseline). Mapeia o CLI `dare bench`.
Executa o scaffolder oficial da stack registrada em `dare.config.json` para materializar o esqueleto do framework no projeto atual. Mapeia o CLI `dare bootstrap`.
Mostra o DAG estático de tasks (`DARE/dare-dag.yaml`): ranks, dependências e caminho crítico. Use `dare dag viz` para exportar o diagrama. Mapeia o CLI `dare dag`.
Detecta a stack de um projeto já existente (brownfield) e instala os arquivos da metodologia DARE — incluindo os comandos/skills de IDE — sem tocar no código. Mapeia o CLI `dare discover`.
Consulta e visualiza o grafo de conhecimento do projeto (tasks, arquivos, schemas, endpoints, componentes, entidades e suas relações). Mapeia o CLI `dare graph`.
Mostra versão do CLI, caminhos relevantes e a integridade da instalação DARE no projeto atual. Mapeia o CLI `dare info`.
Cria um projeto DARE do zero (greenfield) com setup interativo: escolhe stack backend/frontend, knowledge graph, IDE e gera o scaffolder completo + DNA DARE. Mapeia o CLI `dare init`.
Adiciona, remove, lista, inspeciona, atualiza ou publica skills DARE neste projeto. Mapeia o CLI `dare skill`.
Sincroniza os artefatos do projeto (comandos de IDE, skills, templates) com a versão instalada do DARE CLI, preservando customizações. Mapeia o CLI `dare update`.
Valida `DARE/dare-dag.yaml` (ciclos, referências quebradas, campos obrigatórios). Adequado para pre-commit hooks e CI. Mapeia o CLI `dare validate`.
Mostra o banner do DARE e um guia de início rápido com o fluxo Design → Architecture → Review → Execute. Mapeia o CLI `dare welcome`.
Regenera APENAS o DARE/dare-dag.yaml a partir do DARE/BLUEPRINT.md existente, sem refazer o blueprint nem as specs. Use quando o BLUEPRINT mudou pouco mas o grafo precisa refletir o novo estado, ou quando você quer experimentar uma decomposição diferente.
Executa o grafo de tasks definido em DARE/dare-dag.yaml usando Antigravity como executor e o CLI dare como orquestrador. Sem API keys — usa o plano nativo da IDE. O canvas ao vivo fica em DARE/.canvas.md.
Agent Experience (AX) — codifica padrões para desenvolvimento assistido por IA em três planos (Discovery, Usage, Defense). Garante que todo projeto DARE exponha sinais estruturados (llms.txt, OpenAPI, --json, rate limit) que agentes de código precisam para trabalhar sem refactor desnecessário.
Containerização DARE com Dockerfile e docker-compose seguros, performantes e idiomáticos. Multi-stage builds, usuário não-root, healthchecks, redes isoladas, .dockerignore robusto. Cobre PHP/Laravel, Python/FastAPI, Node, Go, Rust, Rails e Vue.
Arquitetura frontend DARE para projetos React e Vue. Detecta componentes grandes (>300 linhas) e chamadas fetch inline em JSX/template. Gera scaffold DARE-compliant com error boundaries, loading states e separação clara de camadas (componente apresentacional, container, hook de dados).
Padrões DARE para APIs REST em Laravel 11 + PHP 8.3 — Strict Types, FormRequests, Services, JsonResources, Eloquent + casts, tratamento global de exceções, testes Feature/Pest, PHPStan/Larastan, Pint.
Enforce arquitetura estrita de 4 camadas (Handlers, Services, Repositories, Models) em todos os projetos DARE, independente de linguagem ou framework. Inspirado em "Layered Design for Ruby on Rails Applications" de Vladimir Dementyev (Evil Martians).
Integração com LLMs (Large Language Models) em projetos DARE. Fornece abstração LLMProvider, cache em memória com TTL, rate limiting via token bucket, prompt templates versionados e validação de output via JSON Schema. Cobre antipatterns crítico de prompt injection e LLM output não validado.
Coleta de métricas de qualidade e detecção de regressões em projetos DARE. Agrega métricas das skills filhas (dare-ax, dare-layered-design, etc.), persiste histórico em tmp/dare_metrics.json e detecta regressões contra baseline. Inclui template de GitHub Actions.
Comunicação real-time (WebSocket, SSE) em projetos DARE. Fornece schema validation de eventos, registro central de tipos, reconexão com exponential backoff, e gerenciamento de subscriptions com limpeza garantida (zero ghost listeners).
Guia DARE para desenvolvimento Leptos (Rust + WASM) — decisão CSR vs Fullstack, idioms 0.7, antipatterns, tipos compartilhados server+WASM com cfg_attr, workspace misto WASM+nativo, templates de tasks.
Diretrizes de Segurança DARE — OWASP Top 10, supply chain, secrets, dependências vulneráveis. Aplicável em todas as fases (Design → Blueprint → Tasks → Execute). Inclui validation gates por stack (npm audit, cargo audit, pip-audit, composer audit, govulncheck).
Rastreamento de tokens e modelos de IA consumidos em cada etapa do Método DARE. Gera DARE/TELEMETRY.md com modelo usado, tokens estimados, tempo e tentativas (Ralph Loop) por comando — para auditoria, monitoramento de uso e otimização de custos.
Padrões DARE para APIs REST em Python + FastAPI + Pydantic + uvicorn. Routers, dependency injection, Pydantic v2 schemas, async SQLAlchemy 2.0, autenticação OAuth2 + JWT, rate limit com slowapi, pytest + httpx, OpenAPI auto-gerado.
Padrões DARE para APIs REST em Go + Gin (ou stdlib net/http) + sqlc + PostgreSQL. Handlers, services, repositories, middleware, validação com go-playground/validator, JWT, rate limit, swag (OpenAPI), testes com testify e httptest.
Padrões DARE para servidores MCP (Model Context Protocol) em TypeScript ou Python. Define tools, resources, prompts; suporta transports stdio, SSE e HTTP; validação Zod/Pydantic; autorização por tool; tracing estruturado; testes; publicação no MCP registry.
Padrões DARE para APIs REST em NestJS + TypeScript + Prisma + Swagger. Modules, Controllers, Services, DTOs com class-validator, Guards, Interceptors, exceções globais, Jest + Supertest, OpenAPI auto-gerado, rate limiting com @nestjs/throttler.
Padrões DARE para APIs em Ruby on Rails 8 — API mode, ActiveRecord, Solid Queue, Solid Cable, Action Cable, strong parameters, services (interactors), serializers (Blueprinter/Alba), Devise/JWT, rack-attack, rswag/grape-swagger.
Decompõe o BLUEPRINT aprovado em tasks atômicas e gera os 3 artefatos da fase de execução do DARE (TASKS.md, dare-dag.yaml, EXECUTION/task-*.md). Use quando o usuário aprovar o BLUEPRINT.md. A construção do grafo segue rigorosamente a skill dare-dag-runner.