Skip to main content

mira-sequence-director

Orquestra uma explicação inteira como um plano-sequência: recebe o que o autor quer explicar, aplica um teste de forma, escreve um roteiro de continuidade com o elenco e a pose de repouso de cada cena, e constrói a corrente em série, a cena 1 pelo /mira-animator e cada elo seguinte pelo /mira-sequence. Use quando o autor disser /mira-sequence-director, "crie uma animação que explica X", "quero mostrar o processo inteiro em movimento", "uma explicação só que atravessa vários slides", "plano-sequência", ou pedir uma série de cenas que se transformam umas nas outras a partir de um tema. NÃO faz a junta entre dois slides, que é do /mira-sequence. NÃO anima um slide avulso nem elege metáfora, que é do /mira-animator. NÃO estrutura história a partir de Story Bible e Audience Journey, que é do /mira-direct-slide-sequence.

설치로 이동

소스 정보

저장소
sandeco/mira-animator
최근 소스 활동
2026년 8월 18일 21:31
감지된 SKILL.md 언어
포르투갈어
스타
202
포크
58

설치 방법

기본적으로 소스를 먼저 확인하는 Prompt가 선택됩니다. 직접 명령으로 전환하거나 로컬 사본을 다운로드할 수도 있습니다.

소스 파일 검토

설치 여부를 결정하기 전에 SKILL.md와 SkillsMP에 표시된 보조 파일을 읽어 보세요.

파일 탐색기
2 개 파일

SKILL.md 표시 중

SKILL.md
소스 지침 · 읽기 전용 미리보기
name
mira-sequence-director
description
Orquestra uma explicação inteira como um plano-sequência: recebe o que o autor quer explicar, aplica um teste de forma, escreve um roteiro de continuidade com o elenco e a pose de repouso de cada cena, e constrói a corrente em série, a cena 1 pelo /mira-animator e cada elo seguinte pelo /mira-sequence. Use quando o autor disser /mira-sequence-director, "crie uma animação que explica X", "quero mostrar o processo inteiro em movimento", "uma explicação só que atravessa vários slides", "plano-sequência", ou pedir uma série de cenas que se transformam umas nas outras a partir de um tema. NÃO faz a junta entre dois slides, que é do /mira-sequence. NÃO anima um slide avulso nem elege metáfora, que é do /mira-animator. NÃO estrutura história a partir de Story Bible e Audience Journey, que é do /mira-direct-slide-sequence.
# Skill: Plano-sequência, uma explicação inteira em um movimento só O autor diz o que quer explicar. Você devolve uma **corrente**: uma cena que se transforma do começo ao fim, cortada em slides que o espectador lê como uma animação única. A ferramenta da junta é o `/mira-sequence`. Este agente é o que decide **quantas juntas, entre o quê, e com qual elenco**, o que o `/mira-sequence` não tem como saber, porque ele enxerga um par por vez. ## REGRA DE IDIOMA Siga `agents/_shared/idioma.md`. Todo texto visível em português brasileiro com acentuação correta. Proibido travessão: use vírgula ou dois-pontos. ## Leia o contrato da junta antes de escrever qualquer elo Abra `agents/mira-sequence/SKILL.md` inteiro. **Este arquivo não repete o contrato de propósito.** O barramento de pose, o corte seco, o plano B, as três armadilhas nomeadas e os treze portões vivem lá, e estão em evolução. Copiar o contrato para cá garante divergência na primeira vez que a junta mudar. Você referencia. Nunca duplica. Se `agents/mira-sequence/SKILL.md` não existir no projeto onde você está rodando, procure a skill instalada (`.claude/skills/mira-sequence/SKILL.md`). Não achando nenhuma das duas, **pare e diga**. Sem o contrato da junta este agente não tem ferramenta, e improvisar as regras de memória é exatamente o defeito que a referência existe para evitar. ## Não sou eu - **Uma junta entre dois slides** é do `/mira-sequence`. Se o autor tem um slide e quer o seguinte continuando dali, é ele, direto, sem roteiro. - **Um slide avulso animado**, e a escolha da metáfora, são do `/mira-animator`. Este agente chama o animator para a cena 1 e não elege metáfora nenhuma sozinho. - **História a partir de Story Bible e Audience Journey** é do `/mira-direct-slide-sequence`. Ele é camada narrativa a montante e não produz continuidade de pose. ## O que este agente faz, e o que não faz **Faz:** o **arco**. Divide a explicação em cenas, declara quem atravessa cada corte, declara onde cada cena repousa, e executa a construção na ordem. **Não faz:** a junta, nem a metáfora, nem HTML escrito à mão. Cada elo passa pela skill dona daquele trabalho. **Nunca faz:** entregar uma corrente quando a explicação pedia slides comuns. O teste de forma tem poder de recusa, e recusar é uma entrega válida. ## Entradas Duas portas, e só duas. 1. **Corrente nova.** O autor descreve o que quer explicar. O deck é apontado por ele, ou nasce pelo caminho canônico `npx mira-animator new <slug> --deck=mira-default --theme=<tema>`. 2. **Corrente enxertada.** O autor aponta um deck, um slide existente que vira a cena 1, e o que acontece depois. A cena 1 não é recriada: o elenco e a pose de repouso dela são lidos do código que já está lá. Deck ou slide apontado e ausente é **falha**, com o caminho absoluto conferido. Nunca vire deck inventado. ## Passo 1, o teste de forma Antes de escrever qualquer arquivo. Três perguntas, e a primeira resposta "não" encerra: 1. **Existe pelo menos um ator em cena do primeiro ao último quadro?** Se todo mundo é substituído no caminho, não é um plano, são planos. 2. **A escala e o ponto de vista se mantêm?** Ir do átomo para o planeta é corte, não continuação. Corrente não faz corte. 3. **O que muda entre as cenas é o comportamento do mesmo elenco, ou é o elenco inteiro?** Se é o elenco inteiro, cada cena é uma cena nova. Reprovado, **recuse**: diga em uma frase o que troca no meio, aponte o `/mira-animator` mais deck comum, e **não escreva arquivo nenhum**. Corrente forçada em explicação que troca de cena fica pior que slides normais, e o autor só descobre isso na hora da fala. Aprovado, registre o veredito e o porquê. Ele vai no roteiro, sempre, mesmo aprovando. **Quantas cenas.** De 3 a 6. Teto duro de 8. Explicação que caberia em 2 cenas não é corrente: encaminhe ao `/mira-sequence` direto. Explicação que pediria dez cenas é cortada para 6, com o que ficou de fora dito em uma frase e uma segunda corrente sugerida. ## Passo 2, o roteiro de continuidade O formato está em `references/roteiro-gabarito.md`. Copie a estrutura inteira. O roteiro é persistido em `references/sequence-director-<id>.md` na pasta do deck, **antes** do primeiro elo existir. Não é `roteiro.md` na raiz. Esse nome já é do `/mira-studio`, e a raiz de um deck é fechada pela diretiva do `CLAUDE.md`. Sete campos por cena, e nenhum é enfeite: | Campo | Por que existe | |---|---| | **id do par** | Curto, minúsculo, único no deck. Confira contra os `data-mira-seq` já presentes: uma segunda corrente no mesmo deck colide | | **elenco herdado** | Define quem **não pode ter entrada nenhuma** naquele elo. Sem fade, sem stagger, sem escala 0, sem `data-aos` | | **elenco que entra** | Define quem pode entrar coreografado, porque é novo em cena e não veio do corte | | **elenco que sai** | Quem sai, sai **dentro** da cena, antes do repouso. Ator sumindo no corte é o defeito mais visível que uma corrente tem | | **ação** | Uma frase. O que acontece nessa cena | | **pose de repouso** | Escrita com a mesma expressão que a cena usa, nunca número mágico. É ela que o elo seguinte copia para o `poseEntrega(F)` dele | | **o que muda na seguinte** | Uma frase. É literalmente a única entrada que o `/mira-sequence` declara não conseguir deduzir sozinho | Mais três decisões globais, uma vez para a corrente inteira: - **Metáfora única.** Uma frase. Eleita pelo `/mira-animator` na cena 1 e herdada por todos os elos. Nenhum elo troca. - **Orçamento de elenco.** O elenco não cresce em todas as cenas. Se ninguém sai nunca, a cena final fica carregada, e isso tem que estar escrito no roteiro em vez de ser descoberto no fim. - **Política de título.** O padrão é **título constante em toda a corrente**, e a razão é do contrato herdado: título trocando é a única coisa que o espectador enxerga no corte. Quando o autor quiser legenda por etapa, a saída não é trocar o título, é um **rótulo de etapa dentro do palco**, tratado como qualquer ator herdado: ele atravessa o corte, entra na pose e é animado pela própria corrente. Se ainda assim o autor quiser título por cena, avise que cada troca aparece, mantenha o mesmo número de linhas, e registre a escolha. Apresente o roteiro ao autor e **siga para a construção**, sem esperar aprovação. Quem quiser revisar antes pede "só o roteiro", e aí o fluxo termina aqui. ## Passo 3, o laço serial Um elo por vez, na ordem. **Nunca em paralelo**, e a razão não é preferência: o `poseEntrega(F)` do elo N+1 tem que ser escrito com a mesma expressão do repouso do elo N, o que é uma dependência de código-fonte. Para escrever o elo N+1 é preciso **ler o elo N já escrito**. Fan-out do tipo `/mira-fast` não se aplica aqui. ``` cena 1 -> /mira-animator (ou o slide existente, na corrente enxertada) cena 2 -> /mira-sequence, recebendo a ação e a pose de repouso da cena 1 cena 3 -> /mira-sequence, recebendo a ação e a pose de repouso da cena 2 ... cena N -> /mira-sequence ``` A cada elo: 1. **Leia o código do elo anterior.** Não o roteiro: o código. A expressão do repouso sai de lá. 2. Chame o `/mira-sequence` com a ação da cena e o que muda, do roteiro. 3. **Confira os portões daquele par**, os treze do contrato da junta. 4. **Reporte:** qual elo, qual id de par, quem atravessou, qual pose foi entregue, quais portões passaram. Falha em um elo **para ali**. Reporte o que faltou. Os elos anteriores ficam preservados e válidos, e a retomada acha o último elo pelos `data-mira-seq` presentes no deck. **Quando o roteiro declarar alteração na cena 1** (origem existente sem compasso de repouso), anuncie antes de aplicar. Modificação de slide pré-existente nunca é silenciosa. ## O que é do deck, e não do par Duas coisas são instaladas **uma vez** e depois apenas **verificadas**. Reinstalar a cada elo duplica o barramento e é a forma mais fácil de quebrar o deck. - **O barramento de pose.** Um bloco `@MIRA:SEQ:BUS` por deck. No elo seguinte, confira que existe e siga. - **A guarda de corte seco.** Procure por `scrollIntoView`, não por `function ir`. Um deck real tem mais de um caminho: teclado, botão flutuante, barra de progresso, controle remoto. **Liste os caminhos encontrados no relatório** e aplique em todos. Guarda aplicada só no teclado deixa o botão rolando suave, e o defeito só aparece na palestra. A guarda é **sempre condicional ao par**. Se em algum ponto do patch você escreveu o comportamento novo sem o par decidindo, você mudou o deck inteiro. A transição de todo slide fora da corrente sai idêntica à de antes, incluindo `data-aos`, dissolve e o `scroll-behavior` do CSS. Antes de entregar, passe os slides fora da corrente, um a um, e confirme. ## Portões de entrega - [ ] Teste de forma aplicado, veredito e justificativa escritos no roteiro. - [ ] Corrente entre 3 e 6 cenas, nunca acima de 8. - [ ] `references/sequence-director-<id>.md` persistido antes do primeiro elo. - [ ] Sete campos preenchidos em todas as cenas, sem campo vazio. - [ ] Ids de par únicos, conferidos contra os `data-mira-seq` do deck. - [ ] Metáfora única declarada uma vez e citada por todos os elos. - [ ] Elenco com entradas e saídas declaradas; ninguém desaparece no corte. - [ ] Poses de repouso escritas em expressão, nunca em número mágico. - [ ] Construção serial, cada elo escrito depois de ler o código do anterior. - [ ] Os treze portões do `/mira-sequence` conferidos em **cada** par, não só no último. - [ ] Barramento presente uma vez só no deck. - [ ] Guarda de corte seco em todos os caminhos de `scrollIntoView`, com a lista no relatório. - [ ] Transição global intacta: slides fora da corrente conferidos um a um. - [ ] Deck não reordenado; a corrente nasce logo depois da cena 1. - [ ] Relatório por elo entregue durante a construção, e checklist agregado no fim. ## Limites conhecidos, diga na entrega - **Título constante custa a legenda de etapa.** É o padrão porque o contrato da junta manda, não porque é ideal. Ofereça o rótulo de etapa dentro do palco quando a explicação tiver etapas nomeadas. - **O plano B escala com a corrente.** Numa corrente de 6, são 5 funções `poseEntrega(F)` para manter em sincronia com 5 origens. É por isso que existe teto, e é por isso que o elenco deve encolher em vez de crescer. - **A roda do mouse ignora o corte seco.** A rolagem é do espectador, não do deck. Vale para toda corrente, herdado do `/mira-sequence`. - **Corrente em modo cinema:** se a cena usa `MiraCinema`, a câmera faz parte da pose. Ou ela entra no roteiro como campo próprio, ou as cenas ficam todas na mesma posição de câmera. Senão o corte ganha zoom. - **A verificação final é do autor.** Passar a corrente com a seta e procurar o corte é olho humano. Diga o que ele deve procurar: ator que pula, pisca ou muda de tamanho na passagem. ## Referências - `agents/mira-sequence/SKILL.md`, o contrato da junta. Leitura obrigatória. - `agents/mira-sequence/references/exemplo-bola.html`, deck real que abre em `file://` e mostra o contrato funcionando. Abra antes de escrever a primeira corrente. - `references/roteiro-gabarito.md`, o formato do roteiro de continuidade.
GitHub에서 보기